Amigos brasileiros, este blog passara por uma reestruturacao.
So vou falar de copos meio cheios, nada de copos meio vazios.
Saudades de voces! E quero desejar um sensacional Natal e Ano Novo 'a todos os envolvidos'.
2010 posto as fotos e comentarios das viagens que fiz em dezembro para Londres, Suica e Gödenroth, estou chique diMainz!
E para os curiosos, aquele abraco.
Beijovouescrevertudojuntoquemsabeaferramentadetraducaonaoidentificane
Parabomentendedormeiapalavrabasta
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
domingo, 29 de novembro de 2009
Festa polonesa no ape sabado!
Tema polones: comer bolinho de maca e fazer profecias sobre o futuro de cada participante da festa.
Meu destino e que serei a quarta a casar da turma e que Sergio, romeno indicado abaixo, sera meu marido.

Da esquerda para a direita: Jaimin (indiano imperdível de engraçado), Sérgio (romeno gracinhaaaa), Johanna (amoooo) e Alina (boa de coração).

Da esquerda para a direita: Patrícia (colombiana querida que mora comigo, com quem falo espanhol pelas manhãs), Sérgio novamente, a pessoa escondida é Dalia, a menina que vai morar no meu quarto, Irina, Alina, Natalia. Lá atrás, eu e Sebas (alemão mais latino que já conheci).
E abaixo, a mesma galera de cima e eu querendo aparecer mais que o Batman.

Isso foi exatamente antes de sairmos do ape para irmos para Cologne em uma baladinha latina, nao muito interessante. La descobrimos que alguns alemaes podem ser mais latinos ate que os proprios latinos...hahaha.
E esquecam a acentuacao, isso e coisa do passado para teclados alemaes...
Liebe grüsse!
Kati
Meu destino e que serei a quarta a casar da turma e que Sergio, romeno indicado abaixo, sera meu marido.

Da esquerda para a direita: Jaimin (indiano imperdível de engraçado), Sérgio (romeno gracinhaaaa), Johanna (amoooo) e Alina (boa de coração).

Da esquerda para a direita: Patrícia (colombiana querida que mora comigo, com quem falo espanhol pelas manhãs), Sérgio novamente, a pessoa escondida é Dalia, a menina que vai morar no meu quarto, Irina, Alina, Natalia. Lá atrás, eu e Sebas (alemão mais latino que já conheci).
E abaixo, a mesma galera de cima e eu querendo aparecer mais que o Batman.

Isso foi exatamente antes de sairmos do ape para irmos para Cologne em uma baladinha latina, nao muito interessante. La descobrimos que alguns alemaes podem ser mais latinos ate que os proprios latinos...hahaha.
E esquecam a acentuacao, isso e coisa do passado para teclados alemaes...
Liebe grüsse!
Kati
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Lá é Bonn, mas aqui é Mainz
E finalmente volto eu aqui.
Depois de levantar às 5 da manhã para lavar roupa, chegar em casa e cozinhar, além de limpar o quarto, consegui sentar a bunda para escrever hoje. Tudo isso por culpa da viagem à Frankfurt.
GALERIS, FOI INSANISSSS!! Juro, queria muito ter as fotos comigo aqui, o cameraman dessa vez não era o Caricax, mas sim o Marcelo, fiel escudeiro, e o Skype não nos ajudou na missão de compartilhar fotos.
Para começar, saí cedo do trabalho na sexta. Como havia trabalhado como uma camela nos outros dias, deu para tirar uma folguinha de ao menos duas horas. Cheguei à Mainz, que é bem perto de Frankfurt, na sexta à noite. O combinado era ficar lá durante a sexta já que eu, MENTOR e fiel escudeiro íamos dormir na casa do Wesley (hã, quem é ele?).
O Wesley está trabalhando na Lufthansa, Aieseco e também de Uberlândia como o Lucas e o Marcelo. Eles já se conheciam e eu fui de abelhuda. Foi uma beleza, 3 homens e uma menina em um quarto, a gente dormindo em saco de dormir no chão duro de doer e eu usando de pijama o maior casaco que tinha (além, obviamente, dos outros adereços como calça, camiseta, etc). O dono do apê até sugeriu que eu dormisse na cama dele, mas seria muita DESELEGÂNCIA, aí eu fingi ser educada e recusei a oferta altamente tentadora.
Bom, e nesse dia, resolvemos que a balada seria ali mesmo...tchãtchãtchãtchã. Estava eu mais 3 meninos a procura dos amigos de Mainz do Wesley porque, como a cidade é universitária, estava meio vazia, já que a galera volta para suas respectivas cidades no final de semana. Enfim, achamos que estavam em um bar, erramos de bar e acabamos parando em um de esquina que estava relativamente cheio.
Cheguei lá e estava finalmente relaxando, falando minha língua materna com meninos fucking queridos e insane como a galera Aieseca costuma ser. Porém, lembrando, eu era a única menina, o histórico de alemão chegar nas mulheres é tenso e eu entrei na balada já esticando o pescoço para achar alguém para conversar ao menos, enquanto a patota masculina ía à caça.
Minha primeira frase na balada para o Marcelo foi: 'Ow, você vai pegar a cerveja? Tem como pegar uma para mim?', logo, um alemão surgiu do nada e começou a falar comigo, fluentemente, espanhol. Ok, não era português, seria pedir demais, isso aqui ia virar um conto de fadas e não um blog de alguém completamente perdido na Alemanha. Enfim, falamos, falamos, falamos. Ele até pegou na minha mão, luuuuuuuuuuuuuuxo!!!
Saímos da balada, ele mandou sms, todo querido e no dia seguinte também foi me encontrar. Fomos então para Frankfurt e fui na balada mais doida da vidaaaaaaaaaaaaaa! Meu, por que eu não tirei foto com a minha máquina??? Que raivaaaa!!
Após quase duas horas tentando encontrar o local da efeméride (nos perdemos, e olha que tinha alemão no meio da turma!!!), cheguei na balada achando que era uma festa à fantasia, tinha muita gente fantasiada, mas juro que não era! A segunda impressão era de que se tratava de um baile gay, novamente não era. E depois começaram a tocar umas músicas muito doidas, meninos que pareciam go go boys fantasiados de coisas bizarras, muita gente bonita (mas meio esnobe também) e Marcelo fazendo vergonha na balada..hahahaha. Antes de entrar ele tomou uma cerveja daqui que tem 10% de teor alcoolico e devia ser uma lata de 500 ml. O coitado ficou pior que o Batman!!
Saímos da balada e como ninguém tinha carro na ocasião, tivemos que esperar o busão, logo fomos parar no Burger King, quase todos deram uma cochilada na mesa até dar o horário de ir para casa, ou melhor, para Mainz.
Voltando, chegamos à Mainz moídos, acabados, com os dois pés enfiados na jaca. Domingo foi um caso perdido. Não fizemos porra nenhuma, porém Marcelo trouxe seus joysticks e a galera ficou jogando videogame durante o 'dia perdido'.
Domingão à noite quase morri de susto porque achei que tinha perdido meu German Rail Pass, bilhete que me levaria de volta para casa e que ainda renderia mais uma viagem a Hamburgo e Berlim, quase vomitei de tanto nervoso. Passado o aperto, encontrei.
DETALHE IMPORTANTE PARA QUEM VAI VIAJAR DE TREM AQUI: olhe sempre o visor acima do seu banco; se está escrito qualquer merda nele (não o nome de uma pessoa, digo, qualquer palavra X em alemão), então não sente, este assento está reservado.
Eu, com duas malas, um travesseiro, dando uma de sacoleira na Europa, tive que levantar minha bunda após uma fiadaputa alemã me dizer "Diese ist mein balblblalballa, hier", ou seja, 'This is my place, you are not supposed to be here'. Quis enfiar meu saco de dormir no... dela, mas deixei quieto, ela tinha razão, eu que era a estrangeira idiota que não sabia falar alemão.
Enfim, essa foi mais uma aventura do pacote 'Me fodo, mas me divirto'.
Besos!
Kati
PS: O título desse post tem direitos autorais reservados a Marcelo e Lucas.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Hoje eu venci
Oi, meu nome é Katiane. Faz 7 dias, 10 horas e exatos 46 minutos que estou na Alemanha.

'Oi, Katiane'.
Bom, hoje me sinto uma vencedora. Conquistei algumas coisas:
- Cheguei no trabalho sem me perder;
- Sabia o que escolher e como pagar pelo meu almoço no restaurante da empresa;
- Cheguei no centro da cidade e me achei em menos de 5 minutos;
- Entendi exatamente qual o meu papel na empresa e no meu departamento;
- Tive aula de alemão com um cara que sabe falar um péssimo inglês e compreendi muitas coisas!!
- Consegui finalmente mudar de quarto para pagar menos. Vou morar no flat do Lucas, O MENTOR, que é mais perto da empresa e mais barato. Ele vai voltar para o Brasil em 20 de dezembro, e depois disso vou continuar morando lá com outra polonesa (medo) e com uma turca muito fofa.
- Fui convidada pela minha colega que senta ao meu lado, trainee turca, para uma cervejinha!
- A polonesa foi até meu quarto e conversou comigo amigavelmente quando eu cheguei para saber como foi meu dia.
Sim, amigos, eu venciiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!hahahaha
Ainda hoje, quando apresentei ao meu chefe a pesquisa em Google Docs ele ficou surpreso (ainda não sei se foi para o bem ou para o mal..rs), estou empolgada com meu projeto.
E este foi meu prêmio por um dia de work hard:
Well, fim de semana provavelmente não escreverei. Vou para Frankfurt com o Marcelo e com o MENTOR Lucas, eles me convidaram hoje para me juntar ao clube do Bolinha. Eles vão para a casa de um amigo brasileiro lá e eu vou me enfiar na patota masculina. Uhuuuuu, delícia!!hahahah.
Bis dann!
Kati
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Primeiro dia de trabalho, saldo: duas vezes perdida
Vamos lá!!
Hoje, pela manhã, minha buddy foi me levar até o trabalho. Ela realmente cumpre com tudo o que fala e na hora certa, é impressionante!! Estou mal acostumada com a cultura atrasilda dos brasileiros...heheh. Nada contra, eu ainda prefiro ser brasileira!!
Ok, cheguei ao trabalho, conversei com meu chefinho que não foi o mesmo cara que conduziu a entrevista. O tal cara, Sven Killian, foi trabalhar em outro departamento na Deutsche Telekom. Conheci também o Daniel Uhl, responsável pela pesquisa primária - que eu vou ajudar -, mas meu foco é secundária, com meu chefe direto Thomas (esse nome me persegue!!rs).
Resumindo, eles passaram as expectativas do que esperam de mim e quiseram saber sobre o que eu gostaria de fazer mais dentro das minhas tarefas. Ganhei 'um filho', vou organizar 'sozinha' um evento chamado Analyst's Day, onde juntamos informações que os analistas querem saber, chamamos palestrantes e fazemos um dia todo de 'questions and answers' e seminários.
Vai ser bacana, a empresa é cheia de políticas, guias, padrões, tudo muito estruturado, ou seja, tenho muito o que estudar até conseguir fazer isso naturalmente. O bacana é que meu chefe parece ser um cara legal e que delega bastante, mas sem deixar a pessoa desamparada, pelo menos foi isso que combinamos.
Ok, agora vamos à parte emocionante da história!!! Saí da empresa e esqueci que o ônibus tem hora certa para sair. Fiquei lá até às 18h30 e todos do departamento ainda estavam lá. Só não saí mais tarde porque tive que comprar uma lâmpada para meu quarto e o mercado aqui perto de casa fecha às 20h, tudo fecha às 20h, ou seja, stress total para chegar a tempo de comprar, etc.
Aí, em algum momento X, decidi que ia pegar o ônibus 606 que sairia 10 minutos antes do correto, que era o 607. Mas achei que passava perto da estação de trem principal e lá eu conheço, então lá fui eu! Enfim, bateu uma bad que estava indo para o lugar errado no meio do caminho, desci do ônibus e decidi pegar o certo. Enfim, não peguei nem o 606, nem o 607, fui de bondinho até o centro e de lá voltei caminhando.
Enfim, parei em um supermercado e achei que lá aceitasse Visa. Pois é, depois de escolher tudo e carregar na mão (tem que pagar para pegar o carrinho), descobri que não aceitava no caixa. Continuei andando, quando a vontade era parar, sentar e chorar. Como essa opção não era válida, fui a outro mercado que é mais caro (porém fica aberto até às 22h, o único). Carreguei uns 6 kg nos braços (sabão em pó, amaciante, suco, frios) por uns 300 metros, novamente quis chorar, mas passou, passou. Estou em casa, jantei qualquer coisa e agora está quase na hora do banho e do toque de recolher (subitamente cada um entra em seu quarto e a casa morre).
Ok, esse post está chato, mas tenho notícias!!! Vejam, o italiano do sábado e o alemão, Florian do MC, deixaram mensagens no meu Facebook, estou evoluindo!!!hahahaha. Tudo por uma melhor auto-estima!!
É isso aí, chega de papo. Hora de dormir. Amanhã tiro umas fotos do meu campus. Detalhe: tem um Starbucks logo na entrada, meu salário inteiro vai em Frapuccinos!!!hahahah.
Beijundas
domingo, 15 de novembro de 2009
Just a little bit harder
Queridos!!



Conforme prometido, a imagem de meu mentor Lucas (à esquerda).
Ontem, estava eu tranquilinha tomando a melhor cerveja que já tive na vida (Augustiner) em um PUB tranquilo com a polonesa que mora comigo e com um amigo alemão dela.
PS: a polonesa, Alina, é gente boa, mas culturalmente o choque é maior. Ela é muito dura, quando você fala parece que ela nem te ouve. Não sei, essa coisa de não olhar nos olhos dos outros para ouvir passa um certo descaso. De qualquer forma, jantamos ontem o macarrão que eu preparei, ela foi fofa, até tentou me agradar dizendo que ficou ótimo!hahahah.
Voltando! Estava eu na minha cervejinha de 0,5 litro, delícia de vida, e então o Lucas e seu fiel escudeiro avisaram que dali a 5 minutos o último trem a Colonia sairia e essa era a chance de fazer algo realmente 'play hard'. Peguei um copo
descartável, resgatei minha cerveja e lá fomos. Chegamos na estação exatamente no minuto que o trem estava chegando, soooorte!
PS 2: aqui não tem essa de trem se atrasar. Se chegar um minuto depois, fodeu mesmo, você não pega.
Chegamos à balada era uma da manhã, eu estava completamente despreparada para algo chique. Estava com um All Star, camiseta Hering e calça jeans. Logo que entrei umas 7 alemãs na fila do banheiro me olharam com cara de 'quem é esse ET?', até que uma chegou mais perto e mexeu no meu colar, disse que era bonito, e quando fui entender o que mais ela tinha dito (perguntei em inglês), ela me empurrou...Aí, delicadamente eu a chamei de 'vaca', como se estivesse falando 'obrigada'. O bom é que ela sorriu depois disso e eu saí completamente satisfeita de ter descontado minha raiva.
Enfim, bebemos, bebemos, bebemos. Dançamos. Fui até o chão com um turco, depois novamente fui reconhecida por um uruguaio que não parava de falar 'as mulheres brasileiras são as mais bonitas do mundo', como se eu ficasse feliz demais com aquilo. Ao final da balada conheci um italiano de Bari que estava dando em cima da mesma garota que os meninos estavam de olho. Aí fiz meu papel de distrair o tal do italiano (não, não fiquei, aqui não é fácil assim). O saldo da noite foi zero a zero para os três.
Ao voltar da balada, pegamos o trem e um ônibus, mas dormimos no ônibus e perdemos o ponto. Acabei ficando na casa do Lucas para passar a noite (ele mora com mais 3 meninas e um cara), porque estava muuuito frio e queria, do fundo do meu coração, capotar.
Voltei para casa às 2 da tarde e a pessoa que vos fala agora acaba de limpar a varanda que estava o maior nojo do universo. Lere, lere, lere. A próxima tarefa é lavar roupas e fazer minha comida. Challenging, eu diria!!!
Hm, só para ilustrar mais aqui, seguem umas fotos de Colônia em frente à catedral (que é um absurdo de grande), quando fui às compras com o indiano
que mora comigo, uma chinesa que mora com o Lucas e o paquistanês, cuja primeira balada da vida foi há um mês, assim que chegou na Alemanha.
Eu, paquistanês apelidado de Sheikh e Constance (chinesa).
Indiano Jaimin e Constance.
Ok, vou cuidar da vida agora.
Beijojatocomsaudade!
sábado, 14 de novembro de 2009
Play hard, a missão
Já pensou em alguma vez na vida explicar para um alemão em inglês o que significa um ditado popular brasileiro? Pois é. A história da balada de ontem tem a ver com o famoso 'Está com o pé na merda? Abre os dedos' ou ainda 'Está no inferno, abraça o capeta'.
Logo que comecei a explicar isso para o Florian do MC, ele entendeu que era outra coisa do tipo "Você dá a mão, quer o braço'. Enfim, deixa para lá. O que quero dizer é que eu 'enfiei o pé na jaca'.
A proposta ontem era apenas ir para a casa de um dos trainees para experimentar o jantar paquistanês e ver um filminho. Eu estava vendo que em breve ia mudar de planos para algo mais hard!!!hahahaha (não me contive, Guijôncio, não queria colocar o hahahaha, mas não deu!!).
Ainda nem tinha começado o jantar e algumas pessoas iam para a festa da Dagmar do MC. Eu nem tinha me arrumado para ir em festa alguma, mas se não fosse com a galera, ia ser tenso chegar sozinha. Enfim, saí de lá com um brasileiro de Uberlândia, meu atual mentor!!!hahah.
Ontem não tirei foto alguma, não tive condições. Enfim, continuando a doidera, fomos a um PUB, conheci um monte de trainees, inclusive um cara que chegou ontem também do Paquistão. A galera toda do MC estava lá e eles são muito animadoooos, cabeça aberta, a-dorooooooooooo.
Saímos do PUB depois de umas 2 horas e fomos a um 'club' aqui. Antes disso, demos uma passadinha numa loja de pedaços de pizza a 0,50 euro, mas eu preferi Mc Donald's. Pedi um Mc Chicken que mais tinha cara de tender com molho picante do que outra coisa.
Chegamos ao 'club'. Ok, todo mundo no esfrega para lá, esfrega para cá e eu brasileira maior inocente do mundo, JUROOOOO! Até que enfim conheci uns caras alemães que não estavam com o povo da Aiesec e um deles começou a me falar que era um cara para relacionamentos sérios, deu o telefone, e-mail e segundo o Lucas, MEU GRANDE MENTOR, o que eu consegui foi algo absurdo. Ele contou que geralmente os alemães não chegam conversando nas meninas e muito menos passam qualquer contato, eles são passivos, as meninas que chegam neles e que dão o telefone. Será que posso chamar isso de 'vitória'?hahahaha. Choque culturalllllllllllll bi-zarro!!!hahah.
Ainda, segundo meu mentor, vou me sentir um lixo de mulher, aqui não importa se você é bonita ou feia, brasileira ou polonesa. Eles são apáticos mesmo. Enfim, o que experimentei até agora foi diferente, já tenho até um amigo alemão que me trouxe até em casa depois do Carnaval em Colônia. Ele me manda SMS, e-mail e provavelmente vou vê-lo hoje. Ele é feeeeeeeeeeeeeeioooooooooooooo, nada de piadinhas que eu 'vou pegar' ou algo do tipo..haahahha.
O saldo da noite de ontem foi: Erdinger, Paulaner e Heineken por 5 euros, um telefone + e-mail, Facebook do cara do MC e só!!rs.
Play hard só está começando.
Abraçotoindoparaabaladadehoje
PS: sem fotos dessa vez porque o conteúdo seria completamente censurado...hahahah
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